Quanto rende R$ 100 mil com a Selic a 14% na poupança, no CDB, no Tesouro e na LCI
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O dinheiro caiu na conta numa sexta-feira. Pode ter sido a venda de um carro, uma rescisão, a parte de um inventário que enfim saiu. São R$ 100 mil parados no saldo, e o aplicativo do banco já resolve o problema por você: um banner sugerindo "faça seu dinheiro render", dois cliques, e o valor está na poupança. No mesmo dia o gerente manda mensagem com duas ofertas, um CDB de 100% do CDI e uma LCI de 90%. E ainda tem aquela ideia no fundo da cabeça de que o Tesouro Selic é o mais seguro de todos.
Em doze meses, esses R$ 100 mil rendem R$ 8.390 na poupança, R$ 11.385 no Tesouro Selic, R$ 11.468 no CDB de 100% do CDI e R$ 12.510 na LCI de 90% do CDI — todos já líquidos de imposto de renda, e todos com a mesma cobertura do Fundo Garantidor de Créditos, exceto o Tesouro, que dispensa a garantia por ser risco soberano.
Essa é a resposta rápida, e ela é uma fotografia. A pergunta que nem o banner nem o gerente fazem é a que realmente decide o resultado: por quanto tempo esse dinheiro vai ficar aplicado? O imposto de renda da renda fixa é regressivo — quanto mais o dinheiro envelhece na aplicação, menor a alíquota. Isso significa que a distância entre os quatro produtos não é fixa: a vantagem da LCI isenta sobre o CDB tributado é de quase 17% num resgate de trinta dias e cai para 5% em dois anos. O mesmo capital, os mesmos quatro produtos, três horizontes diferentes — 1 mês, 1 ano e 2 anos — e três leituras diferentes de qual escolha compensa. É esse eixo que o resto do texto percorre, até o ponto em que um único dia de calendário passa a valer mais que duas semanas de juros.
As taxas de partida
Com a Selic em 14,00% ao ano, o CDI roda em 13,90% ao ano. De onde sai esse número e por que ele não é exatamente a Selic é assunto de um artigo específico; aqui ele entra pronto, como insumo. Daí saem as quatro taxas brutas usadas em todas as tabelas a seguir:
| Aplicação | Taxa bruta ao ano | Imposto de renda |
|---|---|---|
| Poupança | 8,39% | Isenta |
| Tesouro Selic (já descontada a custódia de 0,20% a.a.) | 13,80% | Tabela regressiva |
| CDB de 100% do CDI | 13,90% | Tabela regressiva |
| LCI de 90% do CDI | 12,51% | Isenta |
Repare que a LCI parte atrás em taxa bruta: 12,51% contra 13,90% do CDB. É a isenção que vira o jogo, e o mecanismo — traduzir qualquer LCI isenta em "um CDB de tantos por cento do CDI" — está desenvolvido no artigo sobre LCI, LCA e CDB depois do imposto. Aqui interessa só o efeito em reais, horizonte por horizonte.
Sobre o imposto, o essencial cabe em duas frases. A alíquota da renda fixa cai conforme o prazo: 22,5% nos primeiros seis meses, 20% até um ano, 17,5% entre um e dois anos e 15% depois de dois anos — são essas quatro faixas que comandam as tabelas abaixo. E ela incide só sobre o rendimento, nunca sobre os R$ 100 mil, sendo retida na fonte no momento do resgate.
1 mês: quando o imposto morde 22,5%
Aplicação de trinta dias, alíquota máxima. Os rendimentos mensais saem da conversão das taxas anuais por juros compostos: 13,90% ao ano equivalem a 1,09% ao mês, 13,80% a 1,08%, e 12,51% a 0,99%.
| Aplicação | Rendimento bruto no mês | IR de 22,5% | Rendimento líquido | Valor final |
|---|---|---|---|---|
| Poupança (0,67% a.m.) | R$ 670 | Isenta | R$ 670 | R$ 100.670 |
| Tesouro Selic (1,08% a.m.) | R$ 1.083 | R$ 244 | R$ 839 | R$ 100.839 |
| CDB 100% do CDI (1,09% a.m.) | R$ 1.090 | R$ 245 | R$ 845 | R$ 100.845 |
| LCI 90% do CDI (0,99% a.m.) | R$ 987 | Isenta | R$ 987 | R$ 100.987 |
Três ressalvas grandes, porque no curtíssimo prazo as regras pesam mais que as taxas:
- A LCI dessa linha é teórica. LCI e LCA têm carência mínima — seis meses nas comuns, nove meses nas atreladas a índice de preços. Você não resgata em trinta dias. A linha está aí para medir o tamanho da isenção, não para sugerir a operação.
- Antes de trinta dias tem IOF. O IOF é regressivo nos primeiros trinta dias e só zera no trigésimo. Resgate no dia 15 e uma fatia do rendimento evapora antes mesmo do imposto de renda.
- A poupança só paga no aniversário. O rendimento é creditado na data mensal de aniversário do depósito. Sacar no dia 28 significa ficar sem o rendimento daquele mês inteiro — algo que não acontece no Tesouro Selic nem num CDB de liquidez diária.
Guarde a foto de trinta dias: o CDB entrega R$ 845 e a LCI, R$ 987. Essa é a maior distância relativa que os dois terão em todo o artigo.
1 ano: a foto mais pedida
Doze meses caem na faixa de 361 a 720 dias, então a alíquota é de 17,5%. Vale abrir a conta do CDB por extenso, porque todas as outras seguem a mesma lógica:
- Rendimento bruto: R$ 100.000 × 13,90% = R$ 13.900
- Imposto: R$ 13.900 × 17,5% = R$ 2.432,50
- Rendimento líquido: R$ 13.900 − R$ 2.433 = R$ 11.468
O atalho é multiplicar a taxa bruta por (1 − alíquota): com 17,5%, multiplique por 0,825.
| Aplicação | Taxa bruta a.a. | Rendimento bruto | IR de 17,5% | Rendimento líquido | Valor final |
|---|---|---|---|---|---|
| Poupança | 8,39% | R$ 8.390 | Isenta | R$ 8.390 | R$ 108.390 |
| Tesouro Selic | 13,80% | R$ 13.800 | R$ 2.415 | R$ 11.385 | R$ 111.385 |
| CDB 100% do CDI | 13,90% | R$ 13.900 | R$ 2.433 | R$ 11.468 | R$ 111.468 |
| LCI 90% do CDI | 12,51% | R$ 12.510 | Isenta | R$ 12.510 | R$ 112.510 |
A poupança entrega cerca de dois terços do que rende a LCI (R$ 8.390 contra R$ 12.510, ou 67% do valor) e pouco menos de três quartos do que rendem o CDB e o Tesouro Selic — 73% e 74%. E note que a LCI de 90% do CDI, que parecia a mais fraca em taxa bruta, termina o ano na frente de todo mundo.
2 anos: o imposto cai para 15%
Passados 720 dias, a alíquota chega ao piso de 15%. O rendimento bruto de dois anos não é o dobro do primeiro ano — é (1 + taxa)² − 1, porque o segundo ano rende sobre o saldo já engordado pelo primeiro.
| Aplicação | Rendimento bruto em 2 anos | IR de 15% | Rendimento líquido | Valor final |
|---|---|---|---|---|
| Poupança | R$ 17.484 | Isenta | R$ 17.484 | R$ 117.484 |
| Tesouro Selic (13,80%) | R$ 29.504 | R$ 4.426 | R$ 25.078 | R$ 125.078 |
| CDB 100% do CDI (13,90%) | R$ 29.732 | R$ 4.460 | R$ 25.272 | R$ 125.272 |
| LCI 90% do CDI (12,51%) | R$ 26.585 | Isenta | R$ 26.585 | R$ 126.585 |
Vale decompor o CDB. Dois anos ao ritmo do primeiro dariam R$ 22.936 (11.468 × 2). O resultado real é R$ 25.272 — R$ 2.336 a mais, vindos de duas fontes distintas:
- R$ 1.593 de juros sobre juros, o efeito dos juros compostos agindo sobre um saldo maior no segundo ano;
- R$ 743 de imposto economizado, só porque a alíquota caiu de 17,5% para 15%.
Ou seja: o prazo trabalha por você em duas frentes ao mesmo tempo, e nenhuma delas exige assumir mais risco. Guarde a segunda parcela — ela é a chave da seção sobre a data do resgate, mais adiante.
O que o prazo faz com o ranking
A ordem dos quatro produtos não muda nos três horizontes: LCI na frente, CDB e Tesouro Selic colados no meio, poupança sempre por último. O que muda — e muito — é o tamanho da vantagem de quem é isento sobre quem é tributado.
| Prazo | Alíquota | LCI 90% do CDI | CDB 100% do CDI | Vantagem da LCI |
|---|---|---|---|---|
| 1 mês | 22,5% | R$ 987 | R$ 845 | +R$ 142 (+16,8%) |
| 1 ano | 17,5% | R$ 12.510 | R$ 11.468 | +R$ 1.042 (+9,1%) |
| 2 anos | 15,0% | R$ 26.585 | R$ 25.272 | +R$ 1.313 (+5,2%) |
Leia a última coluna de cima para baixo: 16,8%, 9,1%, 5,2%. Em reais a vantagem cresce, porque o capital cresce; em percentual ela encolhe pela metade a cada degrau, porque o imposto que a LCI evita vai ficando menor. A leitura prática é contraintuitiva: a isenção vale mais quanto mais curto o prazo, exatamente o prazo em que LCI e LCA costumam não estar disponíveis por causa da carência.
Daí sai uma regra de bolso útil na hora de responder ao gerente. Para dinheiro de horizonte curto ou médio — algo entre seis meses e dois anos —, uma LCI de 90% do CDI é uma vantagem grande sobre um CDB comum, se a carência couber no seu plano. Para dinheiro que vai ficar anos, a diferença encolhe até o ponto em que o percentual do CDI que o banco oferece pesa mais que a isenção: um CDB de 110% ou 120% do CDI ultrapassa a LCI de 90% mesmo pagando imposto.
O dia do resgate: quando 24 horas valem R$ 771
Se o prazo comanda o resultado, então existe um detalhe operacional que quase ninguém olha e que vale dinheiro de verdade: a data exata em que você aperta o botão de resgatar.
As faixas do imposto são contadas em dias corridos a partir da data da aplicação, e a mudança de faixa não é gradual. Ela é um degrau. No dia 720 a alíquota é 17,5% sobre todo o rendimento acumulado desde o primeiro dia; no dia 721 ela é 15% sobre o mesmo montante. Não existe proporção, não existe meio-termo: o prazo em que o dinheiro ficou aplicado define uma única alíquota, aplicada ao total.
Veja o que isso faz com quem resgata vinte dias antes de cruzar cada degrau. São os mesmos R$ 100 mil num CDB de 100% do CDI:
| Resgate antecipado | Você recebe | Esperando cruzar a faixa | Diferença |
|---|---|---|---|
| Dia 161 (20 dias antes dos 180) | R$ 4.579 | R$ 5.334 no dia 181 | R$ 755 |
| Dia 341 (20 dias antes dos 360) | R$ 10.344 | R$ 11.334 no dia 361 | R$ 990 |
| Dia 701 (20 dias antes dos 720) | R$ 23.428 | R$ 24.919 no dia 721 | R$ 1.491 |
Vinte dias de paciência no último degrau valem R$ 1.491. Desses, apenas R$ 781 são o rendimento normal do período — os outros R$ 710 são imposto que simplesmente deixa de ser cobrado. Antecipar o resgate em menos de três semanas custa mais do que o rendimento de um mês inteiro de aplicação.
E o caso extremo é melhor ainda como argumento. Compare o resgate no último dia de cada faixa com o resgate no dia seguinte:
| Dia do resgate | Líquido no CDB | Ganho de esperar mais um dia |
|---|---|---|
| Dia 180 → dia 181 | R$ 5.137 → R$ 5.334 | R$ 197 |
| Dia 360 → dia 361 | R$ 10.958 → R$ 11.334 | R$ 376 |
| Dia 720 → dia 721 | R$ 24.148 → R$ 24.919 | R$ 771 |
Um dia normal de aplicação rende, nessa altura, cerca de R$ 46 brutos — R$ 39 depois do imposto. O dia 721 entrega R$ 771 líquidos, vinte vezes mais, e não porque o banco tenha pagado nada de diferente: R$ 39 vieram dos juros do dia e os outros R$ 732 vieram de o governo cobrar 15% em vez de 17,5% sobre R$ 29.270 de rendimento acumulado. É o dia mais rentável de toda a aplicação, e a única coisa que você precisa fazer para merecê-lo é não fazer nada.
Três consequências práticas:
- Anote a data da aplicação. Não a data em que você teve a ideia, nem a data do TED: a data em que o dinheiro entrou no papel. É dela que os 180, 360 e 720 dias são contados, e é ela que o extrato usa.
- Isso não vale para todos os produtos. LCI e LCA são isentas, então não têm degrau nenhum — resgatar no dia 700 ou no 721 dá exatamente a mesma coisa. A poupança tem outro degrau, mensal: sacar um dia antes do aniversário custa o rendimento do mês inteiro. Só CDB e Tesouro Direto seguem a tabela regressiva.
- Necessidade real vence a tabela. Se o dinheiro precisar sair no dia 700, ele sai. O erro não é resgatar antes do degrau: é ter colocado no CDB de dois anos um dinheiro que você já sabia que ia precisar. Reserva de emergência tem que morar em outro lugar, com liquidez diária — assunto de outro artigo da série.
O custo de deixar na poupança
Voltando ao banner amarelo do começo. Entre a poupança e uma LCI de 90% do CDI, as duas cobertas pelo mesmo Fundo Garantidor de Créditos e as duas isentas de imposto, a diferença acumulada em R$ 100 mil é esta:
| Prazo | Poupança | LCI 90% do CDI | Diferença |
|---|---|---|---|
| 1 ano | R$ 8.390 | R$ 12.510 | R$ 4.120 |
| 2 anos | R$ 17.484 | R$ 26.585 | R$ 9.101 |
| 3 anos | R$ 27.341 | R$ 42.421 | R$ 15.080 |
| 4 anos | R$ 38.025 | R$ 60.238 | R$ 22.213 |
| 5 anos | R$ 49.605 | R$ 80.283 | R$ 30.678 |
Cinco anos de poupança com R$ 100 mil custam quase R$ 31 mil de rendimento não realizado. Não é o preço de correr menos risco: o FGC cobre poupança, CDB, LCI e LCA igualmente, até R$ 250 mil por CPF em cada instituição. É o preço da inércia — e repare que a diferença anual, que começa em R$ 4.120, chega ao quinto ano valendo mais que o dobro disso, porque também ela compõe.
O motivo é uma regra travada. Sempre que a Selic está acima de 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês mais a TR — hoje, cerca de 0,17% ao mês. Dá 0,67% ao mês, os tais 8,39% ao ano. E acabou: com Selic a 14%, a 16% ou a 20%, a poupança pagaria a mesma coisa. Ela simplesmente não acompanha a alta dos juros, e por isso a distância para o CDI é máxima exatamente quando a Selic está alta, como agora.
Além da taxa: liquidez, emissor e o teto do FGC
Rendimento não é o único critério, e em alguns casos nem é o principal.
Liquidez. Tesouro Selic e CDBs de liquidez diária permitem resgatar qualquer dia útil sem perder o rendimento acumulado — é o lugar natural da reserva de emergência. A LCI, não: tem carência mínima e, na prática, você combina o prazo na hora de aplicar. Trocar R$ 1.042 de rendimento anual por dinheiro travado é uma decisão que depende só de você precisar ou não desse dinheiro nesse meio-tempo.
Risco de emissor. O Tesouro Selic é risco soberano, o menor da praça, e não precisa de FGC. CDB, LCI e LCA são risco de banco, mitigado pelo FGC até R$ 250 mil por CPF por instituição, com limite global de R$ 1 milhão a cada quatro anos. Com R$ 100 mil você está confortavelmente dentro do teto — mas convém já conhecer a regra, porque é ela que obriga a pulverizar entre bancos quando o patrimônio passa de R$ 250 mil. Bancos menores costumam pagar percentuais mais altos do CDI justamente porque o risco é maior.
Tesouro Selic ou CDB de 100% do CDI? Sinceramente: em R$ 100 mil, a diferença é de R$ 83 em um ano (R$ 11.468 contra R$ 11.385) e de R$ 194 em dois anos. É menos de R$ 8 por mês. Não vale perder o sono com essa escolha — e a isenção da taxa de custódia nos primeiros R$ 10 mil aplicados no Tesouro Selic ainda aperta um pouco mais o empate. O que vale mesmo, e por uma ordem de grandeza, é sair da poupança. Se o interesse for comparar títulos públicos entre si, a decisão relevante é outra: pós-fixado, prefixado ou IPCA+, tema deste comparativo do Tesouro Direto.
Onde essas tabelas param de valer
Três avisos honestos antes de você levar os números acima a sério demais — e todos os três, não por acaso, são sobre tempo.
As taxas não vão ficar onde estão. Todos os números congelam o CDI em 13,90% ao ano, e ele não fica. O ciclo de cortes da Selic está em andamento, e o mercado já projeta a taxa básica em 12,00% no fim de 2027. A tabela de dois anos é, portanto, um teto otimista: o mais provável é que o CDB e o Tesouro Selic rendam um pouco menos do que está ali, porque acompanham a queda. O mesmo movimento mexe no outro lado da comparação: a poupança é a única da tabela que não cai junto, então a distância entre ela e as demais encolhe conforme a Selic recua — mas só encolhe, e apenas enquanto a taxa básica continuar acima de 8,5% ao ano.
Rendimento nominal não é ganho real. Com a inflação em 4,64% nos últimos doze meses, os R$ 12.510 da LCI viram cerca de 7,5% de ganho real — ainda ótimo, mas bem diferente dos 12,51% da manchete. Os R$ 8.390 da poupança viram algo perto de 3,6% reais. Quanto mais longo o horizonte, mais essa diferença entre nominal e real domina o resultado.
R$ 100 mil parados não constroem patrimônio sozinhos. O rendimento de uma LCI de 90% do CDI equivale a pouco mais de R$ 1.000 por mês em média, o que é bom — mas quem está atrás do primeiro milhão chega lá pela soma de aporte mensal com juros compostos, não pelo capital inicial isolado. A escolha do produto define a taxa; o hábito de aportar define o prazo.
E aqui vale fechar o eixo do artigo. Se um degrau da tabela do imposto muda o resultado em R$ 771 num único dia, o que anos de composição fazem com os mesmos R$ 100 mil é de outra ordem de grandeza — e é a única parte dessa história que não depende de o banco melhorar a oferta. Leve os seus R$ 100 mil para a calculadora do primeiro milhão já preenchidos como capital inicial e mexa só no campo do prazo, um ano de cada vez. É a mesma experiência que este artigo fez com 1 mês, 1 ano e 2 anos, esticada para a escala em que o seu dinheiro realmente vive: o prazo é o único insumo da tela que não depende do Copom, do gerente nem da Receita.
Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e não é recomendação de investimento. Taxas, tributos e condições de mercado mudam ao longo do tempo, e rentabilidade passada não garante resultado futuro.